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Para o Alto e Avante

Depois de um longo período de férias do blog (ok, ok, a culpa é toda minha), aqui estou pra contar mais uma das minhas experiências de viagens.

Todo mundo tem aquele sonho de conhecer a Torre Eiffel, não é mesmo? E por mais que a Torre esteja ali pregadinha no chão naquela esplanada entre o Trocadero e os jardins, subir é um programa turistão que deve ser feito pelo menos uma vez na vida._DSC0102

Fato é que já li por aí que é programa de índio (sem ofensas), mas tenho que confessar que um dos pontos altos de qualquer viagem é, com perdão da repetição, ver a cidade do alto . Sim, por mais bobo que possa parecer ou mesmo que a vista não seja lá essas coisas (o que não lembro de ter acontecido, a propósito – cada lugar tem a sua beleza), essa relação de distância x proximidade me encanta. Admirar tudo com mais calma, tentar reconhecer alguns pontos turísticos, ser ao mesmo tempo um observador e um participante da vida local… Quem sabe um dia não vira o tema de um livro ou uma tese de mestrado, não é?

Claro que esse encantamento todo transforma Paris e a Torre Eiffel em um programa imperdível.
Só que nem tudo são flores… Geralmente a fila pra Torre é insana. E olha que não estive na cidade no verão ou feriados, hein.

Sem ingresso antecipado

Chegamos à Torre pela manhã pelo Trocadèro. Após toda a sessão de fotos que vocês podem imaginar, a fila dava volta e mais voltas. Ficamos naquela de desistir ou não, mas o tempo aberto, o céu azul e sensação de que perderíamos muito mais desistindo na hora H falaram mais alto. Não lembro exatamente quanto tempo ficamos ali, mas acredito que em torno de 2h30min.

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A caminho da Torre

Na época, a Torre estava passando por uma pequena reforma, sendo que apenas um dos elevadores funcionava. Mas é claro que eu não sabia disso… Se valeu a pena? Alguém duvida?

 

 

Com ingresso antecipado

Bom, eu sou uma pessoa que planeja tudo nos mínimos detalhes.

E como estava acompanhado de um grupo grande, pessoas mais velhas e com pouco tempo na cidade, a opção mais sensata era a compra antecipada.

Dessa decisão vieram as dúvidas: qual dia escolher, o melhor horário, o que fazer em caso de chuva. Na verdade, mais difícil foi escolher entre visitar a Torre já no primeiro dia de viagem ou deixar para o último. O que teria mais impacto e seria mais inesquecível? Acabei escolhendo o primeiro, mas talvez em uma próxima eu mude pra ter novas sensações 🙂

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UAU

E como não dá pra prever tudo em uma viagem, o jeito foi entregar pra Deus. Com dois meses de antecedência eu fiz a reserva, paguei, imprimi em casa e voilà: no dia e hora marcado foi só achar a entrada para quem já tem ingresso, passar por uma rápida revista e cortar toda a fila.

Claro que toda essa comodidade tem um preço: o ingresso não é cancelável e muito menos reembolsável, fatos que podem aterrorizar algumas pessoas.

Ah, não sei exatamente com quanto tempo de antecedência as datas são liberadas, mas é bom não dar bobeira, já que os ingressos são limitados e os horários mais concorridos acabam bem rápido.

(Esse link do Viaje na Viagem tem tudo explicadinho nos mínimos detalhes, vale o confere).

 

A próxima meta é subir de escadas… será que eu consigo?

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Abril 29, 2014 · 10:08 pm